Programação de Teatro

DIA 17/07 – quinta-feira
15h (Teatro Infantil) “Aaaah! Fantasmas!”

SINOPSE
Três cientistas extraterrestres desembarcam na Terra para descobrir como funciona a vida no planeta. Para isso, são transformados por seu computador em humanos e passam a viver várias situações, estranhas a eles, mas comuns às “famílias terráqueas”. Com isso, percebem suas próprias curiosidades em relação ao homem e também suas contradições na forma como tratam os questionamentos de suas crianças. Com uma banda em cena (que toca, canta e cria efeitos sonoros), projeções, teatro de sombras, manipulação direta, câmeras e teatro físico, o Maracujá Laboratório de Artes mostra desde o Big Bang, passando pelos dinossauros, até chegar ao nascimento do homem e de seus diversos “fantasmas”- as dúvidas e questionamentos sobre sua existência.

FICHA TÉCNICA
Autor e diretor: Sidnei Caria
Criado durante o processo colaborativo de: Camila Ivo, Eder dos Anjos, Lucas Luciano, Ronaldo Liano, Sidnei Caria e Silas Caria
Atores: Camila Ivo, Lucas Luciano, Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Banda: Camila Ivo (vocal e trombone), Lucas Luciano (vocal e baixo), Ronaldo Liano (vocal, teclado e baixo), Sidnei Caria (vocal, percussão e efeitos sonoros) e Silas Caria (vocal, guitarra e efeitos sonoros).
Cenário: Lucas Luciano e Sidnei Caria
Figurinos: Sidnei Caria e Tetê Ribeiro
Soluções técnicas e audiovisuais: Camila Ivo, Lucas Luciano, Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Confecção de cenário, bonecos e adereços: Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria
Direção Musical: Ronaldo Liano
Músicas: Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Trilha Incidental e direção técnica: Júnior Zorato
Iluminação: Camila Ivo
Criação de animações em vídeo: César Riello Santos
Criação de animação em stop motion: Camila Ivo e Sidnei Caria
Administração: Camila Ivo
Produção: Maracujá Laboratório de Artes

Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

19h (Teatro) “História dos Porões”

SINOPSE
Uma jovem de quarenta e poucos anos vive sozinha com o pai, um velho policial aposentado, agora com uns 80 anos e sofrendo de um câncer terminal. Esse homem foi pra ela pai e mãe. Foi carinhoso, amoroso, cuidadoso. Um pai perfeito. Ela viveu acreditando que sua mãe a tinha abandonado por motivos fúteis e por isso a odeia. Ao abrir um simbólico baú do pai após a sua morte, ela descobre a verdade: sua mãe era uma guerrilheira da VAR Palmares e ele um torturador do Dops – (Departamento de Ordem Política e Social). Foi lá, nos porões dessa “sucursal do inferno”, que eles se conheceram. Foi lá que ele a estuprou, como faziam todos os torturadores com as jovens
que lá estavam. Ele era um homem dominador e cruel e ela uma moça franzina, miúda, um pequeno graveto de olhos brilhantes que parecia cada vez mais frágil aos seus olhos o que o fazia sentir-se um homem capaz de gestos gentis e delicados. As torturas dão ao torturador poder e virilidade, mas lhe tiram a humanidade. Apesar disso, apaixonou-se!
A filha nasceu quando ela ainda estava na cadeia e ele, o pai, levou pra casa essa criança registrou-a com seu nome e cuidou dela. Após a morte do pai, a filha, chocada, descobre a verdade. Agora é preciso refletir. Tentar
conhecer essa mãe que já está morta Saber quem foi, o que pensava, o que queria. Confrontar esses dois fantasmas tão fortes, tão poderosos, tão marcantes e tentar se entender e se reinventar a partir deles. Duas pessoas estranhas: um pai que ela agora desconhece e uma mãe que ela nunca conheceu.

FICHA TÉCNICA
Texto: Analy Alvares
Direção: André Garolli
Elenco: Luiz Serra, Isadora Ferrite

Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos


DIA 18/07 – sexta-feira
15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”

SINOPSE
A cidade dos rios invisíveis é um projeto de intervenção urbana que utiliza do teatro como plataforma relacional com diversas linguagens. O projeto de montagem é a terceira etapa da residência artística desenvolvida pelo coletivo Estopô Balaio no Jardim Romano, bairro do extremo leste paulistano. Nesse processo o coletivo entrou em contato com as memórias dos moradores alagadas pelas enchentes que assolaram suas vidas durante dez anos. Em um campo relacional entre artistas de diversas linguagens e moradores A cidade dos rios invisíveis propõe uma ação interventiva na cidade partindo da estação Brás até o Jardim Romano conduzindo o público por uma espécie de audiotour que irá fabular as imagens evocadas pelas janelas do trem, mas também que busc se relacionar com os bairros que margeiam a linha 12 da CPTM num processo de fabulação destes bairros, como sendo eles cidades fantásticas invisíveis ao olhar do viajante. A última cidade e a única a ser visitada será o próprio Jardim Romano, lugar onde o público entrará em contato com esta memória alagada de seus moradores através de um percurso pelas ruas do bairro.

FICHA TÉCNICA
Criação coletiva
Ideia Original, Dramaturgia e Direção Geral: João Júnior
Atores estrangeiros: Ana Carolina Marinho, Juão nin, Renato Caetano.
Atores moradores: Adrielle Rezende, Bruno Cavalcante, Bruno Fuziwara, Keli Andrade, Paulo Oliveira e Wemerson Nunes
Dançarinos: Grupo de dança de rua Lemitrikamal: Mel Reis, Bia Ferreira, Jeans, Kel Looper, Popper Diniz, Big Baby.
Poesia: Emerson Alcade, Jacira Flores e Debora Fiuza “Rata”
Orientação Artística: Joana Levi
Trilha Sonora: Marko Concá
Músicas: Diane Oliveira, Marko Concá e Juão Nin
Artistas Visuais: Paula Mendes Renato Caetano
Videos: João Júnior, Rodrigo Munhoz e Ana Carolina Marinho
Produção Executiva: Juliana Grave
Produção Executiva (Jardim Romano): Keli Andrade e Wemerson Nunes.

Duração: 180 minutos
Classificação: Livre


Dia 20/07 – domingo
15h (Teatro Infantil) “Felpo Filva - Ensaio Aberto

SINOPSE
Felpo Filva, um coelho poeta solitário, escreve coisas bonitas, mas muito tristes. Um dia, ele se surpreende com um envelope lilás, amarrado com fita de cetim e a partir daí sua vida se transforma.
O espetáculo, com música ao vivo, usa de maneira divertida os mais variados tipos de texto, como poema, fábula, carta, manual, receita e até autobiografia, permitindo à criança o contato com várias formas de comunicação.

FICHA TÉCNICA

Baseado no livro homônimo de Eva Furnari
Adaptação: Marcelo Romagnoli
Direção: Claudia Missura
Elenco: Marat Descartes & Gisele Calazans
Música: Tata Fernandes
Cenografia: Marco Lima
Iluminação: Marisa Bentivegna
Figurino: Fábio Namatame
Produtor: Fábio Santana
Realização: T3rceiro Sinal Produções Culturais

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “Animais na Pista” (Leitura Dramática)

SINOPSE
Ali (Martha Nowill) é uma mulher solitária que resolveu sair da metrópole e agora vive ao lado de uma via expressa. Um dia, recebe uma amiga de longa data, Janete (Sabrina Greve), e seu namorado, Leo ( Gustavo Vaz), para jantar. Algo acontece entre Ali e esse misterioso homem que é capaz de mudar o rumo daquele encontro aparentemente amigável. Escrita por Michelle Ferreira e com direção de Isabel Teixeira, a peça pretende discutir os moldes dos relacionamentos contemporâneos, com um olhar por vezes enviesado, patético e “sangrento”.

FICHA TÉCNICA
Texto: Michelle Ferreirabr> Direção: Isabel Teixeira
Trilha Sonora: Aline Meyer
Assistente de Direção: Lucas Brandão
Elenco: Martha Nowill, Sabrina Greve e Gustavo Vaz
Projeto de Luz e Fotografia: Roberto Setton
Figurino: Karla Girotto
Produtores: Ricardo Grasson e Maria Betania Oliveira
Produção Executiva: Martina Gallarza
Assessoria de Imprensa: Frederico Paula – Nossa Senhora da Pauta

Duração: 75 minutos
Classificação: 16 anos


Dia 21/07 – segunda-feira
19h – (Teatro) “Condomínio Nova era” (Ensaio Aberto)

SINOPSE
Um policial exonerado, uma mulher de branco que circula de madrugada pelos corredores, uma atendente de telemarketing que inventa personagens em sites de relacionamento, um síndico que ouve barulho de canos vazando e um humorista obcecado pelo sucesso são algumas das personagens que vivem em uma pensão chamada “Condomínio Nova Era” no centro de São Paulo. Todos são migrantes de outras regiões do Brasil e levam suas vidas em seus pequenos quartos acarpetados, até o dia em que recebem a 3a ordem de despejo. A iminência da invasão das autoridades deflagra os conflitos entre as personagens, expondo todas as suas vontades, frustrações e obsessões.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Victor óvoa
Direção: Rogério Tarifa
Atores: Adilson Azevedo
Eduardo Mossri
Flavio Barollo
Helena Cardoso
Jussara Bracco
Karen Menatti
Victor Nóvoa
Preparação de Atores: Ana Cristina Colla
Cenografia e Figurinos: Ana Rita Bueno
Iluminação: Marisa Bentivegna
Trilha Sonora: Carlos Zhimber e Jonathan Silva
Produção: Helena Cardoso
Assessoria de Imprensa: Ana Vitória Bella

Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos


Dia 22/07 – terça-feira
15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”

SINOPSE
A cidade dos rios invisíveis é um projeto de intervenção urbana que utiliza do teatro como plataforma relacional com diversas linguagens. O projeto de montagem é a terceira etapa da residência artística desenvolvida pelo coletivo Estopô Balaio no Jardim Romano, bairro do extremo leste paulistano. Nesse processo o coletivo entrou em contato com as memórias dos moradores alagadas pelas enchentes que assolaram suas vidas durante dez anos. Em um campo relacional entre artistas de diversas linguagens e moradores A cidade dos rios invisíveis propõe uma ação interventiva na cidade partindo da estação Brás até o Jardim Romano conduzindo o público por uma espécie de audiotour que irá fabular as imagens evocadas pelas janelas do trem, mas também que busc se relacionar com os bairros que margeiam a linha 12 da CPTM num processo de fabulação destes bairros, como sendo eles cidades fantásticas invisíveis ao olhar do viajante. A última cidade e a única a ser visitada será o próprio Jardim Romano, lugar onde o público entrará em contato com esta memória alagada de seus moradores através de um percurso pelas ruas do bairro.

FICHA TÉCNICA
Criação coletiva
Ideia Original, Dramaturgia e Direção Geral: João Júnior
Atores estrangeiros: Ana Carolina Marinho, Juão nin, Renato Caetano.
Atores moradores: Adrielle Rezende, Bruno Cavalcante, Bruno Fuziwara, Keli Andrade, Paulo Oliveira e Wemerson Nunes
Dançarinos: Grupo de dança de rua Lemitrikamal: Mel Reis, Bia Ferreira, Jeans, Kel Looper, Popper Diniz, Big Baby.
Poesia: Emerson Alcade, Jacira Flores e Debora Fiuza “Rata”
Orientação Artística: Joana Levi
Trilha Sonora: Marko Concá
Músicas: Diane Oliveira, Marko Concá e Juão Nin
Artistas Visuais: Paula Mendes Renato Caetano
Videos: João Júnior, Rodrigo Munhoz e Ana Carolina Marinho
Produção Executiva: Juliana Grave
Produção Executiva (Jardim Romano): Keli Andrade e Wemerson Nunes.

Duração: 180 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “Uma opereta barata”

SINOPSE
Uma Opereta Barata, inspirado na obra A Ópera dos Três Centavos de Bertold Brecht, mantém a questão fundamental colocada pelo dramaturgo alemão: “Quem é o maior criminoso? Quem rouba um banco ou aquele que funda um banco?” MacNavalha (rei dos bandidos, cafetão e traficante) se casa as escondidas com Polly, a filha do Sr. Peachum, “rei dos mendigos”, proprietário da empresa de mendicância “O Amigo do Mendigo”. Isso desagrada a seu pai, que vai fazer de tudo para que Mac seja enforcado. Suas tentativas são frustradas pois o Chefe de Polícia , Tiger Brown , é um velho camarada de Mac. Ainda assim, O Rei dos Mendigos e outros aliados do sub-mundo (mendigos e prostitutas) conseguem finalmente prender Mac, que é condenado a ser enforcado. Mac escapa do destino com ajuda de um deus ex machina, momentos antes da execução. Esta encenação tem como eixo o trabalho musical e a linguagem da máscara.

FICHA TÉCNICA
Grupo La ruja Invenciones Imaginarias
Direção: Verônica Fabrini
Elenco: Eduardo Osorio, Estevan Álvares, Érico Damineli, Luciana Mitkiewicz, Melissa Lopes e Verônica Fabrini.
Direção musical: Silas Oliveira
Treinamento em máscara: Melissa Lopes
Confecção e criação de cenografia, figurino e máscaras: Érico Damineli e Elisa Rossim
Criação gráfica e blog: Luana Egídio
Produção: Isabela Razera e Cassiane Tomilhero

Duração: 70 minutos
Classificação: 16 anos


Dia 24/07 – quinta-feira
15h (Teatro) “O Mamulengo dos Três Vinténs”

SINOPSE
A proposta de encenação é a realização da obra de Brecht, “A ópera dos três vinténs”, interpretada na linguagem de teatro de bonecos de Mamulengos brasileiros. Uma família de bonecos de Mamulengo decidem recriar a obra de Bercht seguindo a sua estrutura de teatro dialético e épico com uma linguagem de teatro popular brasileiro. Na sua teoria de teatro épico e dialético, Brecht sempre frisou a necessidade constante que seus espetáculos deveriam divertir e criticar ao mesmo tempo. Analisando a estrutura do teatro de bonecos de Mamulengos, podemos perceber que esse “brinquedo do povo” realiza de forma eficaz essa empreitada. Em uma experimentação mais profunda podemos ver que esse tipo de teatro contém em sua essência os conceitos fundamentais do distanciamento brechetiano.

FICHA TÉCNICA
Manipulação de bonecos: iorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves
Confecção de bonecos: Giorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves
Cenografia: Gianni Goldoni
Direção musical: Rafael Vanazzi

Duração: 75 minutos
Classificação: 10 anos

20h30 (Teatro) “A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais”

SINOPSE
Moscou, 1953. Algumas semanas antes da morte de Stalin, o diretor de um hospital psiquiátrico convida um escritor a passar uma temporada ali e pede-lhe para reescrever, de maneira acessível ao entendimento dos deficientes mentais, dos casos mais leves até os mais graves, a história do comunismo e da Revolução de Outubro. Ele é convencido de que essa “terapia” poderá curar vários internos. O espetáculo propõe um mergulho no universo dos hospitais psiquiátricos em que se acotovelavam doentes reais e oponentes internados pelo regime totalitário. De maneira bem-humorada, ainda que irônica e muito crítica, o texto do romeno Matéi Visniec defende a ideia de que o homem não consegue viver sem utopias.

FICHA TÉCNICA
Núcleo Artístico: Cia Anjos Pornográficosbr> Produção: AP Produções Culturais Ltda
Autor: Matéi Visniec
Tradução: Roberto Mallet
Direção: André Abujamra e Miguel Hernandez
Cenografia: André Cortez
Iluminação: Wagner Freire
Figurino: Gilson de Melo Barros
Direção Musical: André Abujamra
Coordenação de Produção: Miguel Hernandez
Produção Executiva: Pedro Paulo Zupo
Assistência de Produção: Rafael Simões
Operação de Som: Lucas Lentini
Operação de Luz: Rafael Chamon
Designer Gráfico: Carol Godefroid
Assessoria de Imprensa: Fernanda Teixeira
Costureira: Dona Dizô
Elenco: Miguel Hernandez, Nathália Corrêa, Alexandre Paes Leme Fernanda Oliveira, João Carlos Mattos, Jonathan Natalício, Juliane Arguello, Leonardo Vaz, Marcus Veríssimo, Marieli Goergen, Pipo Beloni, Priscilla Dieminger, Rafael Simões e Victória Moliterno

Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos


Dia 26/07 – sábado
15h (Teatro Infantil) “Vovó Rock and Roll”

SINOPSE
A peça conta a história da menina Cecília que descobre em um trabalho escolar que as avós de seus amigos são muito parecidas entre si, com cabelos brancos e vestidos de bolinhas, e a sua avó é muito diferente disso com calça jeans, tênis e camiseta. Além disso, sua avó nunca cozinhava, não costurava, nem estava sempre à disposição para ficar com ela quando sua mãe ou seus pais iam trabalhar ou passear. Depois de ficar muito triste, Cecília descobre que não existe vovó certa nem errada e que o mais legal é cada um ser de um jeito diferente.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: A peça é uma adaptação do livro homônimo de Paula Autran. Foi
escrita em colaboração da direção e elenco da peça com a autor.
Direção: Soledad Yunge
Elenco: Jackie Obrigon, Veridiana Toledo e Taiguara Chagas
Música/Trilha Sonora: Vitor Trida
Iluminação: Carol Autran
Cenário: Natalia Lemos e Marcelo Maffei
Figurino: Kiki Bedouret
Design Gráfico: Natália Lemos
Produção: Claudia Apóstolo

Duração: 60 minutos
Classificação: 4 anos

20h30 (Teatro) “Cartas”

SINOPSE
“Cartas” é um espetáculo de circo-teatro que apresenta as inquietações de quatro artistas que vivem numa república, cada um em seu quarto… em seu mundo. Eles se encontram no centro da cena, na sala, na cozinha, ou nos sonhos… Alguns momentos na vida desses artistas ajudam a demonstrar os conflitos da vida de todos os artistas de forma arquetípica. As ações das personagens no espaço, no tempo e no ambiente indicam a estrutura da história que pretende retratar os prazeres, conflitos, desejos, realizações e angustias dos processos criativos. Trata-se de uma narrativa épica apoiada nas ações físicas e execução de performances acrobáticas, coreográficas e habilidades circenses, com o uso de acrobacia em dupla, malabarismo, trapézio, tecido e lira.

FICHA TÉCNICA
Direção: Roberto Rosabr> Dramaturgia: Roberto Rosa e Luciano Draetta
Elenco: Anderson Rodrigues, Evelin Sabará, Luciana Faria e Luciano Draetta
Contra regra: Luiz de Almeida
Trilha Sonora: Black Buda Namastê
Figurinos: Luciana Faria
Cenografia: Circo Navegador
Assistência de Produção: Michel Rodrigues
Técnico de Luz: Alejo Linares
Técnico de Som: Alejo Linares
Designer Gráfico: Eduardo Santos
Produção: Lilian Sayumi

Duração: 45 minutos
Classificação: Livre


Dia 27/07 – domingo
20h30 (Teatro) “Mundomudo”

SINOPSE
MUNDOMUDO investiga a relação cultural entre o velho e o novo por meio dos valores difundidos na sociedade contemporânea. Faz uma reflexão sobre tudo o que nós aprendemos como valor, como crença, como cultura, seja numa dimensão maior ou menor, tornam-se nossas origens de referências que irão comandar nossa consciência e esta determinará nosso comportamento. Um mergulho que fala de homens pequenos aprisionados em um espaço enorme, religados repetidamente pelo jogo estabelecido na convivência e na necessidade um do outro. Jogo compreendido como jogo teatral, cujas regras mantêm-se no seu mínimo e irredutível viger: um início, uma duração, um final, e a repetição de todo o processo em dias seqüentes. Se no início está o fim, se a duração arrasta instantes inúteis, se o final só remata pelo cair do pano (ou trapo), deixando sem desfecho a história, não importa, as regras impõem-se, e os personagens, atônitos, submetem-se ao jogo como ao destino.
MUNDOMUDO significa o fim deste jogo, que se mantém como remedo do teatro passado, e vislumbra, na devastação que lhe circunda, formas fantasmagóricas para um teatro futuro.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Cíntia Alvesbr> Direção: Georgette Fadel
Direção Musical: Raphael Pagliuso Neto
Elenco: Edivaldo Vitorino e Jorge Vermelho
Assessoria de Palhaçaria: Ésio Magalhães
Preparação Musical para Acordeon: Márcio Patrizzi
Preparação Corporal: Flávio Davanzo e Lucas Hernandes
Visagismo: Jorge Vermelho
Figurino: Linaldo Telles
Cenografia: Jorge Vermelho
Cenotecnia: Ângelo Lima Ferreira e Wellington Herculano Diniz
Iuminação: Jorge Vermelho e Reni Trombi
Operação de Luz: Reni Trombi
Operação de Som: Henrique Nerys
Criação Gráfica: Angélica Zignani
Manutenção de Site e Redes Sociais: Lucas Hernandes
Contrarregra e Assistente de Produção: Lucas Hernandes
Fotos: Jorge Etecheber

Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

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