Programação 2014

DIA 16/07 – quarta-feira
20h Abertura Oficial

20h30 (Música) “O que vim fazer aqui”, de Alzira E 

SINOPSE
Alzira E vive um momento especial de sua trajetória de cantora e compositora. Seu novo cd, “O Que Vim Fazer Aqui” ressalta seu lado intérprete e no show coloca em evidência o momento criativo de sua parceria com Itamar Assumpção, revelando inéditas e algumas canções de seu álbum AMME, produzido por ele em 1992, quando Alzira encontrou nos poemas de Itamar um incentivo para a liberdade musical que vem marcar toda sua trajetória como instrumentista, compositora e intérprete.

FICHA TÉCNICA
Alzira E – voz e violão
Cris Scabello – guitarra
Gustavo Cabelo – guitarra e vocais
Peri Pane – violão, violoncelo e vocais
Marcelo Dworecki – baixo e vocais
Carol Ribeiro – produtora executiva
Paloma Espindola – produtora executiva
Joy Espindola – roadie

Duração: 60 minutos Classificação: Livre


DIA 17/07 – quinta-feira
15h (Teatro Infantil) “Aaaah! Fantasmas!”

SINOPSE
Três cientistas extraterrestres desembarcam na Terra para descobrir como funciona a vida no planeta. Para isso, são transformados por seu computador em humanos e passam a viver várias situações, estranhas a eles, mas comuns às “famílias terráqueas”. Com isso, percebem suas próprias curiosidades em relação ao homem e também suas contradições na forma como tratam os questionamentos de suas crianças. Com uma banda em cena (que toca, canta e cria efeitos sonoros), projeções, teatro de sombras, manipulação direta, câmeras e teatro físico, o Maracujá Laboratório de Artes mostra desde o Big Bang, passando pelos dinossauros, até chegar ao nascimento do homem e de seus diversos “fantasmas”- as dúvidas e questionamentos sobre sua existência.

FICHA TÉCNICA
Autor e diretor: Sidnei Caria
Criado durante o processo colaborativo de: Camila Ivo, Eder dos Anjos, Lucas Luciano, Ronaldo Liano, Sidnei Caria e Silas Caria
Atores: Camila Ivo, Lucas Luciano, Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Banda: Camila Ivo (vocal e trombone), Lucas Luciano (vocal e baixo), Ronaldo Liano (vocal, teclado e baixo), Sidnei Caria (vocal, percussão e efeitos sonoros) e Silas Caria (vocal, guitarra e efeitos sonoros).
Cenário: Lucas Luciano e Sidnei Caria
Figurinos: Sidnei Caria e Tetê Ribeiro
Soluções técnicas e audiovisuais: Camila Ivo, Lucas Luciano, Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Confecção de cenário, bonecos e adereços: Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria
Direção Musical: Ronaldo Liano
Músicas: Ronaldo Liano e Sidnei Caria
Trilha Incidental e direção técnica: Júnior Zorato
Iluminação: Camila Ivo
Criação de animações em vídeo: César Riello Santos
Criação de animação em stop motion: Camila Ivo e Sidnei Caria
Administração: Camila Ivo
Produção: Maracujá Laboratório de Artes

Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

19h (Teatro) “História dos Porões”

SINOPSE
Uma jovem de quarenta e poucos anos vive sozinha com o pai, um velho policial aposentado, agora com uns 80 anos e sofrendo de um câncer terminal. Esse homem foi pra ela pai e mãe. Foi carinhoso, amoroso, cuidadoso. Um pai perfeito. Ela viveu acreditando que sua mãe a tinha abandonado por motivos fúteis e por isso a odeia. Ao abrir um simbólico baú do pai após a sua morte, ela descobre a verdade: sua mãe era uma guerrilheira da VAR Palmares e ele um torturador do Dops – departamento de Ordem Política e Social). Foi lá, nos porões dessa “sucursal do inferno”, que eles se conheceram. Foi lá que ele a estuprou, como faziam todos os torturadores com as jovens que lá estavam. Ele era um homem dominador e cruel e ela uma moça franzina, miúda, um pequeno graveto de olhos brilhantes que parecia cada vez mais frágil aos seus olhos o que o fazia sentir-se um homem capaz de gestos gentis e delicados. As torturas dão ao torturador poder e virilidade, mas lhe tiram a humanidade. Apesar disso, apaixonou-se! A filha nasceu quando ela ainda estava na cadeia e ele, o pai, levou pra casa essa criança registrou-a com seu nome e cuidou dela. Após a morte do pai, a filha, chocada, descobre a verdade. Agora é preciso refletir. Tentar conhecer essa mãe que já está morta Saber quem foi, o que pensava, o que queria. Confrontar esses dois fantasmas tão fortes, tão poderosos, tão marcantes e tentar se entender e se reinventar a partir deles. Duas pessoas estranhas: um pai que ela agora desconhece e uma mãe que ela nunca conheceu.

FICHA TÉCNICA
Texto: Analy Alvares
Direção: André Garolli
Elenco: Luiz Serra, Isadora Ferrite

Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

20h30 (Música) “Antonio Loureiro e Ricardo Herz”

SINOPSE
Ricardo Herz e Antonio Loureiro lançam o álbum de estreia do duo pela Borandá, com produção musical de André Mehmari. Em um raro encontro musical de violino e vibrafone, o disco se destaca por uma sonoridade intimista, com riqueza de timbres, execução bem apurada e arranjos que conduzem o diálogo dos instrumentos e dão liberdade para os solos improvisados. Com 10 faixas instrumentais, o CD traz composições dos dois músicos e versões de “Baião de Lacan” de Guinga e Aldir Blanc, “Cego Aderaldo” de Egberto Gismonti e uma composição de Lea Freire feita especialmente para este encontro.

FICHA TÉCNICA
vibrafone – Antonio Loureiro
violino – Ricardo Herz
técnico de som – Daniel Tápia
fotos – Caio Palazzo
produção – Borandá Produções

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre


DIA 18/07 – sexta-feira
15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”

SINOPSE
A cidade dos rios invisíveis é um projeto de intervenção urbana que utiliza do teatro como plataforma relacional com diversas linguagens. O projeto de montagem é a terceira etapa da residência artística desenvolvida pelo coletivo Estopô Balaio no Jardim Romano, bairro do extremo leste paulistano. Nesse processo o coletivo entrou em contato com as memórias dos moradores alagadas pelas enchentes que assolaram suas vidas durante dez anos. Em um campo relacional entre artistas de diversas linguagens e moradores A cidade dos rios invisíveis propõe uma ação interventiva na cidade partindo da estação Brás até o Jardim Romano conduzindo o público por uma espécie de audiotour que irá fabular as imagens evocadas pelas janelas do trem, mas também que busc se relacionar com os bairros que margeiam a linha 12 da CPTM num processo de fabulação destes bairros, como sendo eles cidades fantásticas invisíveis ao olhar do viajante. A última cidade e a única a ser visitada será o próprio Jardim Romano, lugar onde o público entrará em contato com esta memória alagada de seus moradores através de um percurso pelas ruas do bairro.

FICHA TÉCNICA
Criação coletiva
Ideia Original Dramaturgia e Direção Geral: João Júnior
Atores estrangeiros: Ana Carolina Marinho, Juão nin, Renato Caetano.
Atores moradores: Adrielle Rezende, Bruno Cavalcante, Bruno Fuziwara, Keli Andrade, Paulo Oliveira e Wemerson Nunes
Dançarinos: Grupo de dança de rua Lemitrikamal: Mel Reis, Bia Ferreira, Jeans, Kel Looper, Popper Diniz, Big Baby.
Poesia: Emerson Alcade, Jacira Flores e Debora Fiuza “Rata”
Orientação Artística: Joana Levi
Trilha Sonora: Marko Concá
Músicas: Diane Oliveira, Marko Concá e Juão Nin
Artistas Visuais: Paula Mendes Renato Caetano
Videos: João Júnior, Rodrigo Munhoz e Ana Carolina Marinho
Produção Executiva: Juliana Grave
Produção Executiva (Jardim Romano): Keli Andrade e Wemerson Nunes.

Duração: 180 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Dança) “Aos Vencedores as Batatas”

SINOPSE
Em tempos em que é comum falar de si mesmo em processos artísticos, como as subjetividades podem olhar de uma forma crítica para o mundo? Aqui a tarefa era construir solos, cada qual com uma temática própria, partindo de um entendimento individual sobre a palavra “ruptura”. Os intérpretes trouxeram os seus assuntos e a coreografia foi criada a partir desses desejos e afetos individuais. São as diferenças e não as semelhanças que buscam um espaço de conexões para a construção dramatúrgica. Um show de talentos? Um espaço de testemunhos? Uma vontade de depor? Quatro solos desenvolvidos a partir de temáticas pessoais se colocam em questão. E que vença o melhor!

FICHA TÉCNICA
Concepção, coreografia e direção: Vanessa Macedo
Intérpretes criadores: Chico Rosa, Maitê Molnar, Jéssica Moretto e Rafael Sertori
Figurino: Daíse Neves
Luz: Sandro Borelli
Trilha e arte gráfica: Gustavo Domingues
Narração: Siva Nunes
Fotos: Ligia Jardim
Preparação corporal: José Ricardo Tomaselli, Rodrigo Vieira, Vanessa Macedo e Yáskara Manzini
Produção: Núcleo Corpo Rastreado
Assessoria de Imprensa: Márcia Marques

Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos


Dia 19/07 – sábado
19h (Música) “Marco Pereira e Toninho Ferragutti”

SINOPSE
Eles tem muito em comum: são dois músicos paulistas considerados expoentes em seus instrumentos, com carreiras consagradas no Brasil e no exterior. Receberam importantes prêmios e possuem uma extensa participação em centenas de shows e discos de artistas de renome. Além disso, são compositores e arranjadores prolíficos. O virtuosismo, versatilidade, paixão pela música e uma sintonia contagiante são alguns dos fatores que uniram o violonista Marco Pereira e o acordeonista Toninho Ferraguttineste novo trabalho, o CD “Comum de Dois”, onde apresentam oito composições autorais, além de Dorival Caymmi e Zé do Norte. Um show de talento e sensibilidade!

FICHA TÉCNICA
Marco Pereira – Violão, composição e arranjos
Toninho Ferragutti – Acordeão, composição e arranjos
Andrea Costa – Produção Executiva
Gal Oppido – Fotos

Duração: 90 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Dança) “Platô”

SINOPSE
Corpos que se reencontram no tempo e no espaço. Trajetos que se acompanham por muito tempo, desviam e voltam a se tocar. Pensar as diferenças enquanto caminhos traçados. É no cruzamentos da textura destes diversos discursos que delicadezas e memórias criam o desejo de outras perspectivas. Não se parte mais de onde parou. É preciso haver inversões, reversões, um outro tempo.

FICHA TÉCNICA
Direção e concepção: Claudia Palma
Intérpretes criadores: Armando Aurich e Claudia Palma
Trilha sonora original e ao vivo: Celso Nascimento
Figurino: Lia Damasceno
Iluminação: André Boll e Silviane Ticher
Provocação cênica: Mariana Muniz
Provocação filosófica: Rodrigo Vilalba
Audiovisual (processo): Tezvo
Fotografias: Claudio Higa
Designer gráfico: Tezvo
Produção: Dionísio Produção Cultural (Cristiane Klein)
Assistência de produção: Cristina Ávila

Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos


Dia 20/07 – domingo
15h (Teatro Infantil) “
Felpo Filva” - Ensaio Aberto

SINOPSE Felpo Filva, um coelho poeta solitário, escreve coisas bonitas, mas muito tristes. Um dia, ele se surpreende com um envelope lilás, amarrado com fita de cetim e a partir daí sua vida se transforma. O espetáculo, com música ao vivo, usa de maneira divertida os mais variados tipos de texto, como poema, fábula, carta, manual, receita e até autobiografia, permitindo à criança o contato com várias formas de comunicação.

FICHA TÉCNICA
Baseado no livro homônimo de Eva Furnari
Adaptação: Marcelo Romagnoli
Direção: Claudia Missura
Elenco: Marat Descartes & Gisele Calazans
Música: Tata Fernandes
Cenografia: Marco Lima
Iluminação: Marisa Bentivegna
Figurino: Fábio Namatame
Produtor: Fábio Santana
Realização: T3rceiro Sinal Produções Culturais

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

19h (Música) “Victor por Vitor: Um sax brasileiro”

SINOPSE
Quando Victor de Assis Brasil morreu sua mãe manteve fechadas duas malas que encontrou no quarto do filho. Em 1988, quando o irmão abriu as malas se deparou com mais de quatrocentas composições inéditas. O projeto Victor por Vitor apresenta oito músicas escolhidas neste tesouro encontrado. Vitor Alcântara, músico paulistano, comemora 30 anos de carreira apresentando um show com músicas inéditas do grande saxofonista e compositor Victor de Assis Brasil.

FICHA TÉCNICA
Vitor Alcântara – Saxofones
Celso Almeida – Bateria
Amador Bueno – Baixo
Fabio Leandro – Piano
João Lenhari – Trompete
Marinéa Mochizuki – Produção Shows

Duração: 70 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “Animais na Pista” (Leitura Dramática)

SINOPSE
Ali (Martha Nowill) é uma mulher solitária que resolveu sair da metrópole e agora vive ao lado de uma via expressa. Um dia, recebe uma amiga de longa data, Janete (Sabrina Greve), e seu namorado, Leo ( Gustavo Vaz), para jantar. Algo acontece entre Ali e esse misterioso homem que é capaz de mudar o rumo daquele encontro aparentemente amigável. Escrita por Michelle Ferreira e com direção de Isabel Teixeira, a peça pretende discutir os moldes dos relacionamentos contemporâneos, com um olhar por vezes enviesado, patético e “sangrento”.

FICHA TÉCNICA
Texto: Michelle Ferreira
Direção: Isabel Teixeira
Trilha Sonora: Aline Meyer
Assistente de Direção: Lucas Brandão
Elenco: Martha Nowill, Sabrina Greve e Gustavo Vaz
Projeto de Luz e Fotografia: Roberto Setton
Figurino: Karla Girotto
Produtores: Ricardo Grasson e Maria Betania Oliveira
Produção Executiva: Martina Gallarza
Assessoria de Imprensa: Frederico Paula – Nossa Senhora da Pauta

Duração: 75 minutos
Classificação: 16 anos


Dia 21/07 – segunda-feira
17h (Teatro de Rua) “Rodada de projetos”

19h – (Teatro) “Condomínio Nova era” (Ensaio Aberto)

SINOPSE: Um policial exonerado, uma mulher de branco que circula de madrugada pelos corredores, uma atendente de telemarketing que inventa personagens em sites de relacionamento, um síndico que ouve barulho de canos vazando e um humorista obcecado pelo sucesso são algumas das personagens que vivem em uma pensão chamada “Condomínio Nova Era” no centro de São Paulo. Todos são migrantes de outras regiões do Brasil e levam suas vidas em seus pequenos quartos acarpetados, até o dia em que recebem a 3a ordem de despejo. A iminência da invasão das autoridades deflagra os conflitos entre as personagens, expondo todas as suas vontades, frustrações e obsessões.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Victor Nóvoa
Direção: Rogério Tarifa
Atores: Adilson Azevedo
Eduardo Mossri
Flavio Barollo
Helena Cardoso
Jussara Bracco
Karen Menatti
Victor Nóvoa
Preparação de Atores: Ana Cristina Colla
Cenografia e Figurinos: Ana Rita Bueno
Iluminação: Marisa Bentivegna
Trilha Sonora: Carlos Zhimber e Jonathan Silva
Produção: Helena Cardoso
Assessoria de Imprensa: Ana Vitória Bella

Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos

20h30 (Dança) “Terra Trêmula”

SINOPSE 
Início do século XVIII. O eldorado adormecido ergue-se como uma parede resplandecente que cega, contra a luz, aquele que a vê. Um poderoso bater de asas depara-se com afiadas lâminas de espadas. O encontro fictício aqui retratado traz Ogum e São Miguel Arcanjo no Brasil colonial sob os dramáticos contrastes do barroco. Escravidão, inquisição, mineração e tensões religiosas, presentes na formação de nossa sociedade, atravessam os séculos e, em forma de conflito, alcançam os dias de hoje.

FICHA TÉCNICA
Direção geral e coreográfica: Ivan Bernardelli
Assistência de direção/ direção de Arte: Alícia Peres
Intérpretes-criadores: Ivan Bernardelli, Junior Gonçalves e Mônica Augusto
Preparação corporal: Wellington Campos
Direção musical: Martinho Lutero
Projeto de iluminação: Osvaldo Gazotti
Cenografia: Vânia Medeiros
Figurino: Otávio Matias
Projeto visual e material gráfico: Ivan Bernardelli
Projeto audiovisual e registro fotográfico: Alícia Peres
Direção de produção/ produção executiva: Solange Borelli – Radar Cultural Gestão e de Projetos

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre


Dia 22/07 – terça-feira 15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”

SINOPSE
A cidade dos rios invisíveis é um projeto de intervenção urbana que utiliza do teatro como plataforma relacional com diversas linguagens. O projeto de montagem é a terceira etapa da residência artística desenvolvida pelo coletivo Estopô Balaio no Jardim Romano, bairro do extremo leste paulistano. Nesse processo o coletivo entrou em contato com as memórias dos moradores alagadas pelas enchentes que assolaram suas vidas durante dez anos. Em um campo relacional entre artistas de diversas linguagens e moradores A cidade dos rios invisíveis propõe uma ação interventiva na cidade partindo da estação Brás até o Jardim Romano conduzindo o público por uma espécie de audiotour que irá fabular as imagens evocadas pelas janelas do trem, mas também que busc se relacionar com os bairros que margeiam a linha 12 da CPTM num processo de fabulação destes bairros, como sendo eles cidades fantásticas invisíveis ao olhar do viajante. A última cidade e a única a ser visitada será o próprio Jardim Romano, lugar onde o público entrará em contato com esta memória alagada de seus moradores através de um percurso pelas ruas do bairro.

FICHA TÉCNICA
Criação coletiva
Ideia Original, Dramaturgia e Direção Geral: João Júnior
Atores estrangeiros: Ana Carolina Marinho, Juão nin, Renato Caetano.
Atores moradores: Adrielle Rezende, Bruno Cavalcante, Bruno Fuziwara, Keli Andrade, Paulo Oliveira e Wemerson Nunes
Dançarinos: Grupo de dança de rua Lemitrikamal: Mel Reis, Bia Ferreira, Jeans, Kel Looper, Popper Diniz, Big Baby.
Poesia: Emerson Alcade, Jacira Flores e Debora Fiuza “Rata”
Orientação Artística: Joana Levi
Trilha Sonora: Marko Concá
Músicas: Diane Oliveira, Marko Concá e Juão Nin
Artistas Visuais: Paula Mendes Renato Caetano
Videos: João Júnior, Rodrigo Munhoz e Ana Carolina Marinho
Produção Executiva: Juliana Grave
Produção Executiva (Jardim Romano): Keli Andrade e Wemerson Nunes.

Duração: 180 minutos
Classificação: Livre

19h (Música) “Ceumar”  

SINOPSE:
Pré-lançamento Silencia Ceumar apresenta uma prévia do novo álbum “Silencia” (2014) – Circus Produções – projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2014 e ainda traz um gostinho de algumas canções já conhecidas. Ceumar sobe ao palco do Teatro Sérgio Cardoso acompanhada do contrabaixista (seu sobrinho) Daniel Coelho. A escolha do repertório inclui composições de Ceumar (sozinha ou em parceria), onde estão presentes vivências pessoais e outras de caráter mais universal, e também apresenta canções de compositores que ela admira.

FICHA TÉCNICA
Show formato duo:
Ceumar – voz e violão de nylon
Daniel Coelho – baixo acústico
Direção de produção: Guto Ruocco
Produção executiva: Sandra Lacerda

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “Uma opereta barata”

SINOPSE
Uma Opereta Barata, inspirado na obra A Ópera dos Três Centavos de Bertold Brecht, mantém a questão fundamental colocada pelo dramaturgo alemão: “Quem é o maior criminoso? Quem rouba um banco ou aquele que funda um banco?” MacNavalha (rei dos bandidos, cafetão e traficante) se casa as escondidas com Polly, a filha do Sr. Peachum, “rei dos mendigos”, proprietário da empresa de mendicância “O Amigo do Mendigo”. Isso desagrada a seu pai, que vai fazer de tudo para que Mac seja enforcado. Suas tentativas são frustradas pois o Chefe de Polícia , Tiger Brown , é um velho camarada de Mac. Ainda assim, O Rei dos Mendigos e outros aliados do sub-mundo (mendigos e prostitutas) conseguem finalmente prender Mac, que é condenado a ser enforcado. Mac escapa do destino com ajuda de um deus ex machina, momentos antes da execução. Esta encenação tem como eixo o trabalho musical e a linguagem da máscara.

FICHA TÉCNICA
Grupo La Bruja Invenciones Imaginarias
Direção: Verônica Fabrini
Elenco: Eduardo Osorio, Estevan Álvares, Érico Damineli, Luciana Mitkiewicz, Melissa Lopes e Verônica Fabrini. Direção musical: Silas Oliveira
Treinamento em máscara: Melissa Lopes
Confecção e criação de cenografia, figurino e máscaras: Érico Damineli e Elisa Rossim
Criação gráfica e blog: Luana Egídio
Produção: Isabela Razera e Cassiane Tomilhero

Duração: 70 minutos Classificação: 16 anos


Dia 23/07 – quarta-feira
15h (Dança para Crianças) “A Mão do Meio – Sinfonia Lúdica” (Pré-Estreia)

SINOPSE
Vocês já viram um braço sem fim? E um gesto pudim? Aqui vão ver. O espetáculo mostra a fabulosa aventura de uma mão que, fascinada pelos gestos, parte à descoberta do corpo. Na sua viagem encontra uma perna bamba, um pé pipoca e outros amigos. Uma sinfonia lúdica composta de movimento, som e luz, que nos faz mergulhar num mundo feito poesia.

FICHA TÉCNICA
Direção geral: Ana Bottosso
Concepção e coreografia: Michael Bugdahn e Denise Namura
Idéia original, texto e dramaturgia: Michael Bugdahn
Assistente de direção e produção administrativa: Ton Carbones
Assistente de coreografia: Carolini Piovani
Desenho de luz, trilha sonora e pesquisa musical: Michael Bugdahn
Músicas: Le peuple de l’herbe, Nosfell, René Aubry, Saycet, Aksak, Aphex Twin, MB
Vozes off: Denise Namura, Roberto Mainieri e elenco
Concepção de cenário, adereços e figurino: Michael Bugdahn e Denise Namura
Confecção de cenário e adereços: Fábio Marques
Confecção de figurino: Cleide Aniwa
Operação de luz: Pâmola Cidrack
Sonoplastia e assistência de Produção: Wellington Sharp
Fotos: Silvia Machado
Professor de dança clássica: Eduardo Bonnis
Professores de dança contemporânea: Marina Abib, Luiz Fernando Bongiovani
Condicionamento físico: Carolini Piovani
Assessoria de comunicação: Renata Boniol
Elenco: Carolini Piovani, Daniele Santos, Flora Barros, Jean Valber, Rafael Abreu,
Rodrigo Castelo Branco, Samira Marana, Thaís Lima, Ton Carbones, Zezinho Alves
Estagiaria: Dayana Brito
Agradecimentos especiais:Sophie Colin e Bertrand Manuel (La Ménagerie
Technologique), Centre National de la Danse, Isabelle Girard, Florent Avrillon,
Gabriela Rodella, Flávio Nigro Rodrigues, Guto Togniazzolo, Roberto Mainieri, Olivia
Maciel, Denise Dias, Genny Patah Namura, Silvia Namura Dias, Aires Manuel Dias.

Duração: 50 minutos
Classificação: Livre

19h (Música) “Cordal – Almir Côrtes e João Paulo Amaral”

SINOPSE 
Os músicos Almir Côrtes e João Paulo Amaral se encontram nesse espetáculo para celebrar a amizade e o lançamento do CD CORDAL, primeiro álbum do duo. Levam ao palco uma conversa musical livre ao compartilhar suas criações, improvisos, personalidades e experiências musicais – frutos de suas carreiras individuais como instrumentistas em shows nacionais e em palcos de países como Estados Unidos, México, Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra e França. Além de suas composições, o repertório abrange autores como Almir Sater, Nelson Ângelo, Zé Renato e Bambico. CORDAL promove uma viagem pelas cordas dedilhadas da viola caipira, bandolim, violão e guitarra, destacando a liberdade e a criatividade dos artistas por meio de uma abordagem contemporânea dos gêneros populares.

FICHA TÉCNICA
Músicos: João Paulo Amaral e Almir Côrtes
Técnico de som: Marcelo Cecchi
Produção: Ruth Rubbo
Produção Executiva: V V T ideias Culturais (Vinícius Muniz e Thiago Rossi).

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Dança) “Tupiliques – O Espetáculo”

SINOPSE “Tupiliques” – O Espetáculo é um cruzamento entre dança contemporânea, teatro e percussão corporal em movimento; tendo como inspiração o livro “Tupiliques”, do escritor César Obeid, que traz palavras indígenas, de origem Tupi, rimadas em forma de limeriques. A Cia. Repentistas do Corpo recria este universo “tupilicoso” de palavras e realiza um espetáculo lúdico e ritmado onde os poemas são canto/danço/falados pelo elenco; transportando crianças e adultos para este mundo novo de possibilidades que revela um Brasil de natureza, bichos, frutas, personagens do folclore, comidas e lugares, batizados pela língua Tupi.

FICHA TÉCNICA
Concepção e direção geral: Sérgio Rocha
Assistente de direção: Cláudia Christ
Criadores e intérpretes: Cláudia Christ, Marcela Miyashita, Sérgio Rocha e Vitor Bassi
Desenho e operação de luz: Ari Buccioni
Operação de som: Mario Spatizziani
Trilha sonora original: Edson X
Poemas musicados: Sérgio Rocha
Cenografia, figurinos e adereços: Luciene Greco

Duração: 45 minutos Classificação: Livre


Dia 24/07 – quinta-feira
15h (Teatro) “O Mamulengo dos Três Vinténs”

SINOPSE A proposta de encenação é a realização da obra de Brecht, “A ópera dos três vinténs”, interpretada na linguagem de teatro de bonecos de Mamulengos brasileiros. Uma família de bonecos de Mamulengo decidem recriar a obra de Bercht seguindo a sua estrutura de teatro dialético e épico com uma linguagem de teatro popular brasileiro. Na sua teoria de teatro épico e dialético, Brecht sempre frisou a necessidade constante que seus espetáculos deveriam divertir e criticar ao mesmo tempo. Analisando a estrutura do teatro de bonecos de Mamulengos, podemos perceber que esse “brinquedo do povo” realiza de forma eficaz essa empreitada. Em uma experimentação mais profunda podemos ver que esse tipo de teatro contém em sua essência os conceitos fundamentais do distanciamento brechetiano.

FICHA TÉCNICA
Manipulação de bonecos: Giorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves
Confecção de bonecos: Giorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves
Cenografia: Gianni Goldoni
Direção musical: Rafael Vanazzi

Duração: 75 minutos
Classificação: 10 anos

19h (Música) “Panorama do Choro Contemporâneo Paulistano”

SINOPSE
O Panorama do Choro Contemporâneo Paulistano é um projeto dos percussionistas e produtores Roberta Cunha Valente e Yves Finzetto, que convidaram mais quatro músicos e formaram o sexteto de base que gravou 16 músicas inéditas de compositores de choro de São Paulo. O projeto é totalmente original e oferece a nata do choro da cidade numa mistura de várias gerações.

FICHA TÉCNICA
Roberta Valente – Percussão
Yves Finzetto – Percussão
João Poleto – Sax e Flauta
Fábio Peron – Bandolim
Zé Barbeiro – Violão sete cordas
Milton Mori – Cavaquinho

Duração: 75 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais”

SINOPSE
Moscou, 1953. Algumas semanas antes da morte de Stalin, o diretor de um hospital psiquiátrico convida um escritor a passar uma temporada ali e pede-lhe para reescrever, de maneira acessível ao entendimento dos deficientes mentais, dos casos mais leves até os mais graves, a história do comunismo e da Revolução de Outubro. Ele é convencido de que essa “terapia” poderá curar vários internos. O espetáculo propõe um mergulho no universo dos hospitais psiquiátricos em que se acotovelavam doentes reais e oponentes internados pelo regime totalitário. De maneira bem-humorada, ainda que irônica e muito crítica, o texto do romeno Matéi Visniec defende a ideia de que o homem não consegue viver sem utopias.

FICHA TÉCNICA
Núcleo Artístico: Cia Anjos Pornográficos
Produção: AP Produções Culturais Ltda
Autor: Matéi Visniec
Tradução: Roberto Mallet
Direção: André Abujamra e Miguel Hernandez
Cenografia: André Cortez
Iluminação: Wagner Freire
Figurino: Gilson de Melo Barros
Direção Musical: André Abujamra
Coordenação de Produção: Miguel Hernandez
Produção Executiva: Pedro Paulo Zupo
Assistência de Produção: Rafael Simões
Operação de Som: Lucas Lentini
Operação de Luz: Rafael Chamon
Designer Gráfico: Carol Godefroid
Assessoria de Imprensa: Fernanda Teixeira
Costureira: Dona Dizô
Elenco: Miguel Hernandez, Nathália Corrêa, Alexandre Paes Leme Fernanda Oliveira, João Carlos Mattos, Jonathan Natalício, Juliane Arguello, Leonardo Vaz, Marcus Veríssimo, Marieli Goergen, Pipo Beloni, Priscilla Dieminger, Rafael Simões e Victória Moliterno

Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos


Dia 25/07 – sexta-feira
17h (Circo) “Rodada de Projetos: Circo”

19h (Música) “3,1415 – Luiz Pinheiro”

SINOPSE
“3,1415…” traz no nome a referência ao apelido de Pinheiro nos tempos de colégio, o símbolo matemático da letra grega Pi, que aqui transforma-se na canção título do álbum, poeticamente expressado em sentimentos que se relacionam com o: inexato, aproximado, infinito, irracional, transcendente. Partindo de elementos acústicos e eletrônicos, os arranjos de Valter Gomes e Luiz para o novo disco conferem às composições uma harmonia contemporânea, valorizando o alto rigor poético das letras. Participam do novo álbum, como convidados especiais, os cantores e compositores Jorge Mautner, Lirinha (ex-Cordel do Fogo Encantado), Vanessa Bumagny e Nô Stopa, cantando, tocando ou falando poemas. Durante o espetáculo, o público irá conhecer as novas músicas de Luiz Pinheiro que abordam temas amorosos, filosóficos e sociais, e que se juntam ao caldeirão de ritmos musicais escolhidos e incorporados de maneira a tornar o disco uma obra envolvente, nova, rica e que rompe com padrões estéticos e foge dos clichês.

FICHA TÉCNICA
Luiz Pinheiro – voz e violão
Valter Gomes – guitarra e violão
Sandro Prêmmero – baixo, viola e violão
Luciano Nogara – bateria e programação

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Dança) “Cicatriz” (pré-estreia)

SINOPSE
Sem o acolhimento da nossa casa e sem as memórias da qual ela é a primeira fonte, seríamos seres desenraizados; seres sem imaginação porque sem história e sem história porque sem memória. Usando o que não está presente, mas subentendido em suas memórias, as intérpretes provocam uma fissura na frágil realidade em que se encontram e o que era um ambiente familiar acaba tornando-se um “território-surpresa”, onde acontece um jogo entre a rotina prosaica e a inesperada ruptura das convenções, tornando-se um mundo sonâmbulo, sem diferenças nítidas entre realidade e fantasia. A trilha sonora, composta por versões de inesquecíveis blues e grandes rocks, embala a narrativa atemporal por nossa memória musical.

FICHA TÉCNICA
Concepção e Desenvolvimento: Magesto Cia de Dança
Direção Artística: Carla Nader e Mônica Ferraro
Produção: Regina Fiorentino
Direção de Vídeo: Washington Freitas
Web Disigner e Ilustração: Shiro
Figurinos: Denise Stock
Cenários: Olívia Ferraro e Andrew Dias
Aparelho Circense: Ricardo de Paula
Sonoplastia: Murillo Capucci
Concepção e Iluminação: Miguel Ramos
Técnica Vocal: Juliana Ferreira
Coordenação de Recursos: Juca Vieira
Fotografia: Miguel Ramos
Técnico de Palco: Vespasiano Ayala
Elenco: Carla Nader, Mônica Ferraro e Natalie Fiorentino

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre


Dia 26/07 – sábado
15h (Teatro Infantil) “Vovó Rock and Roll”

SINOPSE
A peça conta a história da menina Cecília que descobre em um trabalho escolar que as avós de seus amigos são muito parecidas entre si, com cabelos brancos e vestidos de bolinhas, e a sua avó é muito diferente disso com calça jeans, tênis e camiseta. Além disso, sua avó nunca cozinhava, não costurava, nem estava sempre à disposição para ficar com ela quando sua mãe ou seus pais iam trabalhar ou passear. Depois de ficar muito triste, Cecília descobre que não existe vovó certa nem errada e que o mais legal é cada um ser de um jeito diferente.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: colaborativa da direção e elenco livremente inspirada no livro homônimo de Paula Autran

 

Direção: Soledad Yunge
Assistente de Direção: Luisa Taborda
Elenco: Jackie Obrigon, Veridiana Toledo e Taiguara Chagas
Trilha Sonora Original: Vitor Trida
Iluminação: Carol Autran
Cenário: Mila Goudet
Cenotecnia: Rita Aires Anderaos e Cristina Decot
Figurino: Kiki Bedouret
Fotos: Edson Kumasaka
Design Gráfico: Natália Lemos
Direção de Produção: Claudia Apóstolo

Duração: 60 minutos
Classificação: 4 anos

19h (Dança) “Girar”

SINOPSE
“Girar” é um espetáculo de dança e teatro fruto das pesquisas realizadas pelo grupo Batakerê, inspirado nas manifestações afro brasileiras: Capoeira Angola, Jongo, Tambor de Crioula e Samba de Roda. As cenas desenrolam-se a partir do encontro de quatro amigos (dançarinos) que se encontram para jogar capoeira e relembrar as manifestações populares vividas nos GIROS, nas andanças, na volta ao mundo que deram por esse mundo a fora. “Girar” é antes de tudo, uma ode à riqueza da cultura popular brasileira.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Silvana de Jesus, Talita Bonfim, Maria Carolina, Edson Jacaré, Cintia Abrantes, Josué Bob, Pedro Peu.
Artistas convidados: Inajá Tetembua, Daniel Marques, Dominique
Participação Especial: Pessoas que giraram dentro processo criativo. Kelly santos, Clelia, Vitoria, Nicole.
Criação Coletiva: Batakerê
Ensaiadora: Silvana de jesus
Dramaturgia: Tadeu Renato
Figurino: Eder Lopes
Preparação Artistica: Renato Ihu, Alfredo Nago, Meire
Colaboração artistica KANZELUMUKA
Direção Geral: Pedro Peu
Produção: Verinha Curado.

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30  (Teatro) “Cartas”

SINOPSE
“Cartas” é um espetáculo de circo-teatro que apresenta as inquietações de quatro artistas que vivem numa república, cada um em seu quarto… em seu mundo. Eles se encontram no centro da cena, na sala, na cozinha, ou nos sonhos… Alguns momentos na vida desses artistas ajudam a demonstrar os conflitos da vida de todos os artistas de forma arquetípica. As ações das personagens no espaço, no tempo e no ambiente indicam a estrutura da história que pretende retratar os prazeres, conflitos, desejos, realizações e angustias dos processos criativos. Trata-se de uma narrativa épica apoiada nas ações físicas e execução de performances acrobáticas, coreográficas e habilidades circenses, com o uso de acrobacia em dupla, malabarismo, trapézio, tecido e lira.

FICHA TÉCNICA
Direção: Roberto Rosa
Dramaturgia: Roberto Rosa e Luciano Draetta
Elenco: Anderson Rodrigues, Evelin Sabará, Luciana Faria e Luciano Draetta
Contra regra: Luiz de Almeida
Trilha Sonora: Black Buda Namastê
Figurinos: Luciana Faria
Cenografia: Circo Navegador
Assistência de Produção: Michel Rodrigues
Técnico de Luz: Alejo Linares
Técnico de Som: Alejo Linares
Designer Gráfico: Eduardo Santos
Produção: Lilian Sayumi

Duração: 45 minutos
Classificação: Livre


Dia 27/07 – domingo
19h (Música) “Alexandre Ribeiro Quarteto”

SINOPSE
Cria tempo musical outro, por meio de arranjos e repertório, proporcionando aos ouvidos identificação de referências sem deixar de ofertar amplitude na forma ao lidar com sonoridades de seu presente. Coisa Nº10 (Moacir Santos) soa em ijexá. O humor musical __marca estilística do violonista Zé Barbeiro__ a densidade melódica de composição, de Toninho Ferragutti, ganham interpretação airada, dinâmica e precisa pelo quarteto . Passando por composições próprias de Alexandre Ribeiro e de Gian Correa, atualizam interpretações de A Galope(Altamiro Carrilho) e Quando Me Lembro (Luperce Miranda). Isso sem falar da inesperada Spain de Chick Corea tocada por pandeiro, violão de sete, bandolim e clarinete.

FICHA TÉCNICA
Alexandre Ribeiro – clarinete
Gian Correa – violão de 7 cordas
Henrique Araújo – cavaco e bandolim
Léo Rodrigues – pandeiro

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

20h30 (Teatro) “Mundomudo” 

SINOPSE
MUNDOMUDO investiga a relação cultural entre o velho e o novo por meio dos valores difundidos na sociedade contemporânea. Faz uma reflexão sobre tudo o que nós aprendemos como valor, como crença, como cultura, seja numa dimensão maior ou menor, tornam-se nossas origens de referências que irão comandar nossa consciência e esta determinará nosso comportamento. Um mergulho que fala de homens pequenos aprisionados em um espaço enorme, religados repetidamente pelo jogo estabelecido na convivência e na necessidade um do outro. Jogo compreendido como jogo teatral, cujas regras mantêm-se no seu mínimo e irredutível viger: um início, uma duração, um final, e a repetição de todo o processo em dias seqüentes. Se no início está o fim, se a duração arrasta instantes inúteis, se o final só remata pelo cair do pano (ou trapo), deixando sem desfecho a história, não importa, as regras impõem-se, e os personagens, atônitos, submetem-se ao jogo como ao destino. MUNDOMUDO significa o fim deste jogo, que se mantém como remedo do teatro passado, e vislumbra, na devastação que lhe circunda, formas fantasmagóricas para um teatro futuro.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Cíntia Alves
Direção: Georgette Fadel
Direção Musical: Raphael Pagliuso Neto
Elenco: Edivaldo Vitorino e Jorge Vermelho
Assessoria de Palhaçaria: Ésio Magalhães
Preparação Musical para Acordeon: Márcio Patrizzi
Preparação Corporal: Flávio Davanzo e Lucas Hernandes
Visagismo: Jorge Vermelho
Figurino: Linaldo Telles
Cenografia: Jorge Vermelho
Cenotecnia: Ângelo Lima Ferreira e Wellington Herculano Diniz
Iuminação: Jorge Vermelho e Reni Trombi
Operação de Luz: Reni Trombi
Operação de Som: Henrique Nerys
Criação Gráfica: Angélica Zignani
Manutenção de Site e Redes Sociais: Lucas Hernandes
Contrarregra e Assistente de Produção: Lucas Hernandes
Fotos: Jorge Etecheber

Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

 

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